Meninas, tenho até vergonha de confessar, mas preciso contar um segredo: acho uma chatice essa historia de " Love The burn" e de declarar guerra as comidinhas deliciosas, que além de gostosas dão uma sensação de cuidado, carinho, afeto.
Nada de transferir carências para os alimentos e sair por ai comendo destrambelhadamente tudo o que aparecer pela frente. Também não estou pregando a favor do sedentarismo. De jeito nenhum.
Só não amo acordar cedo e ir direto para a ginástica nem prefiro um prato de salada a uma massa al dente com molho divino.
Em sã consciência não vou escolher uma barra de cereal no lugar de um brigadeiro recém enrolado ou de um pão de queijo quentinho.
No entanto, com a chegada dos trinta, precisei começar a aprender a fazer escolhas - nem sempre as que eu gostaria. E de escolher - com precisão cirúrgica - cada caloria que acho que vale a pena.
Equilíbrio, disciplina, força de vontade para manter a balança - mais ou menos- dentro dos mesmos números. Essa sim tem sido a mais difícil de todas as ginástica.
Voltando ao "Love The burn". Realmente I don' t.
Amo minha cama macia, o cheiro e o gosto do bolo quente, a mesa do café da manhã com pão fresquinho, suco natural. Várias xícaras de café com leite. Iogurte com granola e nesfit. Tapioca com geléia de framboesa, família em volta da mesa, música tocando no fundo. Isso é o que eu realmente amo.
Mas como também amo vestir a calça jeans e ela caber direitinho, colocar shorts e não ter nada pulando pelas laterais, fechar o zíper sem precisar deitar na cama, preciso me ajustar a " regra" da compensação. Sei que não é o ideal. Perfeito seria uma alimentação balanceada, regrada e equilibrada todos os dias. Todas sabemos disso aliás.
Muito bem. Mas enquanto der para seguir compensando e fazendo ginástica - ainda sem amor à queimação, mas por uma boa saúde nos próximos anos, vou seguindo assim.
E se for para pirar por alguma coisa, que seja por uma sobremesa bárbara. Se for para perder a hora, que seja faltando o Pilates. Se for para sair da dieta, que seja por fornada de cookies -cheios de amor -feito pelas minhas pequenas.
Tem coisas na vida que simplesmente não tem preço, não tem calorias, não voltam mais. Sair da rotina de vez em quando faz um bem danado.
A vida pode -e deve- ser surpreendentemente deliciosa.
Por uma vida cheia de alegria, abraços apertados, beijos estalados, pés na areia e muito amor sempre. Tudo vale a pena!
Mudei para São Paulo há 6 anos e desde então tenho sempre um moleskine (sou fã deles!) na bolsa onde anoto tudo o que acho interessante. Pode ser um restaurante, um prestador de serviço, um livro bacana, uma exposição imperdível, qualquer coisa. O que for! Todas as anotações viram dicas e vou postando aqui. Estão todas às ordens. Se alguém não encontrar o que procura é só me mandar um e-mail e terei o maior prazer em fazer um post sob encomenda! Participações são (sempre) super bem-vindas!
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quarta-feira, 13 de novembro de 2013
Textinho- Love the burn? I don't!
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terça-feira, 11 de junho de 2013
Marinehira de 3a - Hora de Desfraldar!
Reflexões sobre a retirada das fraldas
”Antes que as crianças possam controlar sua eliminação, elas têm que aprender muitas coisas. Têm de saber o que se espera delas - que há uma ocasião e lugar apropriado para eliminar. Têm de familiarizar-se com as sensações que indicam a necessidade de eliminar e têm de aprender a controlar seus esfíncteres a fim de inibir a eliminação e descontraí-los para permitir que ela se efetue".
O mundo da criança - Diane E. Papalia, Sally W.Olds.
Sabemos que este é um momento muito esperado pela família e este processo pode ser tratado tranqüilamente, se tivermos a certeza de que a criança já está preparada para viver este desafio.
Para isso é preciso que a família e as professoras tenham a preocupação de acompanhar de forma muito próxima e individualizada, cada criança de sua turma para que a conquista deste desafio se dê de forma tranqüila e prazerosa.
Vale ressaltar que este processo acontece de forma lenta e gradativa e que não devemos ter a intenção de antecipá-lo, pois na maioria dos casos, uma criança adquire maturidade neurológica para desfralde, por volta dos dois anos de idade.
É muito comum que este interesse parta da própria criança, tanto na escola quanto em casa, ao observar que adultos e crianças mais velhas usam o banheiro e não fraldas.
Nas turminhas do Sementinha 2 já temos crianças que não utilizam mais fraldas e as demais, ao acompanharem seus amiguinhos ao banheiro, observam suas ações e começam a se interessar por elas.
Aproveitar todas as evidências que as crianças nos dão, mostrando seu interesse neste aspecto é uma ótima introdução ao processo de desfralde.
Vale acrescentar ainda que para a criança, estar sem fralda tem uma série de representações que muitas vezes passam despercebidas aos adultos. Uma delas, de grande relevância, é que o desfralde pode significar para a criança uma primeira aproximação ao mundo dos adultos, ou seja, evidencia que está crescendo, assumindo responsabilidades, mudando de papel na família e na sociedade, ou seja, está deixando de ser bebê!
Entender o desfralde deste ponto de vista nos ajuda a olhar com mais cuidado às crianças, compreendendo melhor aquilo que tentam nos dizer através da fala, gestos e emoções.
Em alguns casos, por mais que a criança esteja preparada neurologicamente, pode ainda não estar preparada emocionalmente. Pensemos no caso de uma criança que acabou de ganhar um irmãozinho; é muito provável que este processo, neste momento, seja muito ameaçador – a criança sente medo já que está vivendo fortemente uma reestruturação de papéis na família com a chegada de alguém com quem terá que dividir as atenções e isso poderá dificultar a introdução deste novo hábito em sua rotina.
Por estas razões é que precisamos ter um olhar cuidadoso e individualizado para cada criança. Conhecendo e acompanhando seus hábitos, sua rotina e seus progressos, poderão então sugerir para que este processo tenha início.
Ao constatarmos que a criança já está preparada para iniciar o desfralde, devemos convidar os pais para uma conversa no sentido de trocar impressões e informações, bem como fazer combinados quanto a participação da família e da escola nesta fase, com o objetivo de garantir a tranqüilidade necessária dos adultos e, conseqüentemente, o bem-estar da criança.
Para pensar:
Vários sinais indicam o momento certo de iniciarmos a retirada das fraldas:
Vários sinais indicam o momento certo de iniciarmos a retirada das fraldas:
ü Quando a criança avisa antecipadamente que quer fazer cocô ou xixi.
ü Pede ou tenta tirar a fralda quando sente vontade de evacuar.
ü Quando começa a ter horário para evacuar.
ü Quando pede para usar o vaso sanitário e explica a razão para uso.
ü Amanhece vários dias com a fralda seca.
Estando família e escola em comum acordo de que a criança está no momento certo de iniciar a retirada da fralda, os procedimentos a serem seguidos também deverão ser iguais.
Vejamos quais são:
ü Estabelecer a rotina, sem colocar as fraldas durante o dia.
ü Propor alguns horários na rotina, para oferecer à criança o vaso, porém sem rigidez, pois a criança irá cada vez mais, percebendo suas necessidades e solicitando a ajuda do adulto.
ü Ao sentarmos a criança no vaso, devemos ficar atentos para que ela fique confortável e por pouco tempo (no máximo por cinco minutos) a fim de evitarmos que ela se canse. Neste primeiro momento, recomendamos a utilização de um adaptador de vaso sanitário ou de um vaso sanitário de tamanho apropriado às crianças.
ü Devemos ter paciência, não estabelecer prazos e saber que o começo é lento e retrocessos ocorrerão.
ü Não devemos criticar a criança por não ter conseguido segurar o xixi ou o cocô, assim como não devemos compará-la com outras crianças. Os acidentes são inevitáveis e fazem parte do aprendizado. Não repreenda a criança em caso de pequenos esquecimentos. Nesses momentos, a criança tem necessidade de encorajamento. É muito importante que esta fase da vida da criança não seja tratada como um problema e sim como um progresso.
ü Todas as vezes que a criança conseguir usar o vaso, não devemos premiá-la, e sim fazer elogios, para que ela se anime e tente novos progressos.
ü A criança precisa aprender a controlar os esfíncteres e não devemos confundi-la, ora deixando-a com fralda, ora sem fralda. Assim que tirarmos as fraldas, não devemos colocá-las mais.
ü Algumas famílias fazem a opção de, a princípio, não retirar a fralda noturna. Nestes casos, vale lembrar que a fralda noturna deverá ser colocada bem próximo ao horário de sono da criança, explicando-lhe que assim que ela despertar, a fralda será substituída pela cueca/calcinha novamente. Em geral, depois que é introduzido o hábito durante o dia, a criança aprende espontaneamente a reter a urina enquanto dorme.
ü No período de desfralde é preciso que as famílias enviem para a escola duas a três trocas completas de roupa, incluindo meia, cuecas/calcinhas e sapatos.
Temos algumas ressalvas em relação ao uso do penico, considerando questões de higiene e de cultura uma vez que em espaços públicos as crianças não encontram este instrumento. De qualquer forma, para aqueles que acham importante oferecer à criança o uso do penico vale ressaltar que:
ü É importante que o penico tenha estabilidade, evitando que a criança se desequilibre.
ü A criança apóie seus pés no chão e sinta-se segura.
ü O modelo seja tradicional, evitando-se os modelos engraçadinhos (em forma de tartaruga, automóvel ou musical), pois penico não é brinquedo.
ü Fique sempre no banheiro, na maneira acessível, para que possa ser encontrado sem a ajuda de adulto.
Durante esta fase da infância, é muito importante que as crianças tenham a possibilidade de brincar com argila, massinha, água, elementos lúdicos que remetem á questão do xixi e do cocô e que contribuem na elaboração deste processo.
Sugerimos também que as crianças tenham acesso a livros e DVD que apresentam este tema de maneira interessante, tais como:
· Da pequena topeira que queria saber quem tinha feito cocô na cabeça dela – Werner e Wolf - Companhia das Letrinhas
· Cocô no trono – Benoit Charlat - Companhia das Letrinhas
· A história do cocô – Turma do Cocoricó - DVD 06
Estaremos observando cada criança e caso surjam dúvidas sobre este tema, coloco-me à disposição.
Ana Clara Bretos Lima
Coordenadora Pedagógica
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terça-feira, 4 de junho de 2013
Marie Madeleine - Pãezinhos e Gostosuras
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